Associação Caatinga defende o tatu-bola mascote da Copa

        

O tatu-bola foi muito caçado para alimentação até os anos 1990, e a espécie têm dificuldade de se defender do humano. Foto - Divulgação

A associação cearense Caatinga, que trabalha pela preservação do bioma da caatinga, iniciou neste mês uma campanha para que o tatu-bola seja o mascote da Copa do Mundo 2014. De acordo com o coordenador da Caatinga, Ewerton Torres, o animal vive exclusivamente na caatinga brasileira e corre risco de se extinguir.

          “Além de ser uma espécie bandeira da região, ele tem a característica de se contorcer e virar uma bola, o que tem tudo a ver com a Copa do Mundo”, diz Ewerton. O coordenador informa que a associação já articula a oficialização do animal para disputar o título de mascote da Copa do Mundo, que deve ser nomeado pela Federação Brasileira de Futebol e aprovado pela Fifa.

             A caatinga já implantou o tatu-bola nas datas comemorativas celebradas pela Caatinga, como o Dia da Árvore, Dia da Floresta e Dia da Água. “A ideia é sensibilizar a população sobre a importância desse símbolo da nossa região, que atualmente corre o risco extinção”, diz Ewerton.

           Segundo a Caatinga, não há relatos sobre a presença do tatu-bola nos últimos anos no Ceará. Ele ainda é visto com frequência em regiões da Bahia e Piauí. O tatu-bola também não é criado em nenhum cativeiro do Brasil.

           Ewerton explica que o tatu-bola foi muito caçado para alimentação até os anos 1990, e a espécie têm dificuldade de se defender do humano. “Ele se contorce em bola e se protege de animais com garra e bico, mas o homem leva no braço”, diz.

Fonte: G1 CE

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