Archive for 20 de maio de 2013

TRE suspende cassação da prefeita de Camocim

Prefeita de Camocim, Mônica Gomes Aguiar (PSB). Foto - Arquivo

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) suspendeu nesta segunda-feira (20) a decisão que cassava os mandatos de prefeita de Camocim, Mônica Gomes Aguiar (PSB), e do vice, José Olavo Melo Tahim (PHS). Em primeira instância, O juiz da 32ª Zona Eleitoral, Rogério Henrique do Nascimento, com base em uma ação de impugnação de mandato eletivo, havia pedido a cassação dos mandatos eletivos dos dois, a anulação dos votos e a inelegibilidade por oito anos por reconhecimento de abuso de poder econômico e corrupção.

A decisão monocrática – ou seja, de um único juiz – do juiz Raimundo Nonato Silva Santos, do TRE, aceitou a liminar que pede a imediata manutenção dos diplomas e mandatos de prefeito e vice até o julgamento de mérito do recurso eleitoral pelo TRE. O pedido de liminar foi feito pela prefeita e pelo vice.

Saiba mais

A ação de impugnação contra a prefeita Mônica Gomes Aguiar (PSB), e do vice, José Olavo Melo Tahim (PHS) trazia vídeos e fotos que diziam ser de distribuição de camisas e panfletos em troca de voto ou objetivando o uso do pleito pela coligação “A Força do Povo”.

Para o juiz do TRE, que expediu a liminar restabelecendo os mandatos dos dois, as provas da ação não apontam para a distribuição e exigem uma análise mais profunda. “Os depoimentos, assim como as fotografias e os vídeos, entendo, nesse juízo superficial, não podem ser suficientes, neste momento, para consignar a manutenção da cassação, como para o presente feito, sob pena de violação ao princípio do contraditório e da ampla defesa”, diz a decisão.

Fonte: G1-CE

Frutas de clima temperado são produzidas na Ibiapaba

Frutas produzidas na serra da Ibiapaba,no Ceará. Foto - Divulgação

Em meio a mais uma seca que castiga o Nordeste, a Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece) mostra os frutos colhidos de uma ação pioneira realizada no Interior do Estado: a introdução do cultivo de frutas de clima temperado na Serra da Ibiapaba. O projeto, realizado em parceria com o Banco do Nordeste (BNB), Embrapa, o Sebrae e União dos Agronegócios do Vale do Jaguaribe (Univale), teve início em 2010, quando foram selecionadas nove fazendas participantes, onde foram cultivadas culturas como maçã e pera, que obtiveram excelentes resultados em suas safras.

De acordo com relatório da Agência, a produção de maçãs na Serra da Ibiapaba está sendo realizada de setembro a dezembro de cada ano, período que representa um adiantamento de quatro meses em relação à colheita da Região Sul. “O que significa que além de termos novas opções de cultivo em áreas irrigadas do Estado, também podemos ofertar frutas mais frescas aos consumidores e conseguir melhores preços no mercado”, explica o diretor de Agronegócio da Adece, Reginaldo Braga.

Segundo a Adece, já foram realizadas duas safras de maçãs, com produtividades de 10 e 22 toneladas por hectare, respectivamente, nas safras colhidas em janeiro e dezembro de 2012. As variedades “Princesa‟ e “Julieta‟ foram as que apresentaram melhores produções e qualidade de frutos, em maio de 2013 será realizada a terceira indução da floração.

Diferentemente das macieiras, as pereiras iniciam a produção comercial a partir do terceiro ano de idade. Nos dois primeiros anos, os tratos culturais realizados nas plantas (condução, podas e uso de inibidores de crescimento) foram direcionados a promover a formação de botões florais. As plantas dos pomares experimentais instalados no Ceará estão sendo preparadas para iniciarem a floração em junho de 2013, no intuito de colher a primeira safra de peras em outubro.

Projeto

Durante o período de condução do projeto foram realizadas visitas técnicas mensais às fazendas participantes para o acompanhamento das atividades em andamento e fazer as recomendações para as próximas etapas.

“A ideia surgiu por conta de vontade que os gestores dos órgãos e pesquisadores tinham de implementar e avaliar o desempenho agronômico e a qualidade dos produtos obtidos a partir de espécies frutíferas de clima temperado e tropical. Tudo isso em função da nossa busca pela competitividade econômica, novas perspectivas de inclusão social, preservação ambiental, geração de renda e agregação de valor aos produtos finais a serem comercializados”, declarou Braga.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Adece

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