Solenidade de entrega da Medalha da Abolição 2015

 

Homenageados, governador Camilo Santana e a vice-governadora Izolda Cela. Foto - Divulgação

Agraciados com o governador Camilo Santana e a vice-governadora Izolda Cela

“A definição dos agraciados deste ano me levou a pensar em quantos cearenses fazem diferença nas suas ruas,  bairros, localidades e cidades com ações que nem sempre são visíveis, mas que são fundamentais para mantermos nossas crianças nas escolas, ou prevenir doenças, ou melhorar a qualidade de vida de nossos irmãos e irmãs”. Foi assim, ampliando o foco para todos os cearenses, que o governador Camilo Santana exemplificou o perfil dos três homenageados com a Medalha da Abolição de 2015: o arquiteto, compositor e poeta Fausto Nilo; a farmacêutica bioquímica Maria da Penha Maia Fernandes, que empresta seu nome à Lei Maria da Penha; e o médico responsável pelo programa de transplante de fígado no Estado, José Huygens Parente Garcia.

Os três receberam a maior comenda concedida pelo Estado do Ceará das mãos do governador e da vice-governadora, Izolda Cela, em solenidade realizada no Palácio da Abolição, na noite deste sábado (25). Durante a solenidade, Camilo Santana destacou a relevância do trabalho prestado pelos agraciados, sem deixar de ressaltar que todos os méritos não seriam possíveis sem a boa aceitação dos que os acompanham.

Homenageados

Fausto Nilo

Conhecido por suas composições e vanguardismo arquitetônico e urbanístico, Fausto Nilo foi da primeira turma da  Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Ceará. Cearense, nascido na cidade de Quixeramobim, a 224 Km de Fortaleza, o também poeta é o quarto dos sete filhos de Luís e Hilda Costa.

 Huygens Parente Garcia

José Huygens Parente Garcia é cearense, nascido na cidade de Crato, é cirurgião graduado pela Universidade Federal  do Ceará (UFC), doutor em Farmacologia também pela UFC e membro titular da Academia Cearense de Medicina, desde  janeiro de 2015, ocupando a cadeira 13. Médico humanista, o Dr. Huygens é uma referência nacional no transplante de fígado.

Maria da Penha

Maria da Penha teve sua história marcada por uma luta que se transformou em inspiração para a lei que leva o seu  nome (11.340/2006) e um exemplo no combate à violência contra a mulher. Farmacêutica bioquímica e de classe média, Maria da Penha foi baleada pelo ex-marido, que foi condenado e preso. Ao recomeçar a vida, Maria decidiu escrever  um livro e lutar contra a impunidade para os agressores.

Com informações da Coordenadoria de Imprensa do Governo do Estado

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