Archive for 25 de julho de 2017

III Festival Internacional de Orquestras Jovens em Sobral

Evento ocorreu no Theatro São João, em Sobral. Fotos-Divulgação

Com o objetivo de promover o intercâmbio cultural e artístico por meio da prática orquestral desenvolvida por jovens músicos de 15 a 25 anos, o III Festival Internacional de Orquestras Jovens – Eurochestries, chegou ao fim no último domingo (23/07) e lotou o Theatro São João. O festival, que já aconteceu em países como França, Espanha, Polônia, Eslováquia, Rússia e Canadá; voltou a Sobral em sua terceira passagem pela América Latina e reuniu músicos e instrumentistas de diversos países.

Festival reuniu músicos e instrumentistas de diversos países

Neste ano, o Eurochestries recebeu um grupo do Canadá e contou com a participação de músicos da UFC (campus Fortaleza e Sobral); da Universidade Federal do Cariri (UFCA); da Fundação Franciscana Fernandes Claudino, do Rio Grande do Norte; e da Escola de Música de Sobral Maestro José Wilson Brasil. O tema gerador do festival esse ano foi o Piano, ressaltando a tradição deste instrumento na cidade, que remonta ao Século XIX.

Locais como Theatro São João, Igreja da Sé, North Shopping, Santuário de São Francisco, Auditório do Campus da UFC Sobral (Mucambinho), Igreja de São José (Sumaré), Taperuaba, Aprazível, Jordão, Patriarca e o município de Forquilha, receberam as orquestras que se apresentaram gratuitamente.
O Eurochestries é uma realização da Universidade Federal do Ceará (Campus Sobral), do Centro de Pesquisa em Música e Educação (PesquisaMus) e da Prefeitura de Sobral, por meio da Secretaria da Cultura, Juventude, Esporte e Lazer (Secjel), em parceria com o Governo do Estado do Ceará, Instituto Federal do Ceará (IFCE) e apoio cultural do Rancho Flash Sobral e Sobral Gráfica.

Fonte: Blog de Sobral

Cearense com sangue raro salvou bebê na Colômbia

Doação de cearense com sangue raro salvou bebê da Colômbia. Foto: TV Globo/Reprodução

O mecânico cearense José Ewerton Ribeiro, portador de um fenótipo sanguíneo raro, acredita ter sido designado por Deus para salvar um bebê colombiano de um ano. Ele possui o fenótipo “hh”, ou Bombaim, e foi o primeiro doador internacional no Brasil a “exportar” esse tipo de sangue. Uma semana antes do ato que salvou uma vida, os amigos da academia onde ele pratica jiu-jitsu haviam combinado de fazer uma tatuagem. José Ewerton recusou.

Após 11 horas de viagem, sangue raro chega em Bogotá, na Colômbia.Foto- Hemoce

“Uma semana antes [da transfusão], uns colegas meus foram fazer uma tatuagem e eu também fiquei com vontade. Mas pensei: se eu fizer, não vou poder doar sangue. Por coincidência, uma semana depois eu fui convocado [para fazer a doação que salvaria um bebê].”

Conforme o Hemoce, pessoas que receberam tatuagem podem doar sangue apenas 12 meses após a aplicação. Segundo o órgão, o intervalo é preciso porque nestes procedimentos há perfuração da pele para implantação de pigmentos; se houver reaproveitamento de pigmentos no sangue, poderá ocorrer a transmissão de algumas doenças, mesmo que a agulha seja descartável. “As doenças são infecto-contagiosas que podem ser transmissíveis pelo sangue, como por exemplo, vírus da hepatite B, que se caracteriza por uma longa sobrevivência no ambiente”, explica o Hemoce.

Após ver a tatuagem dos amigos e ter salvo a criança em Medellín, na Colômbia, ele resistiu novamente. “Alguns colegas fizeram uma tatuagem sobre o esporte que eu pratico, que é o jiu-jitsu. Eu achei bonito e fiquei com vontade de fazer. Mas não fiz, porque eu sou doador de sangue e gosto muito de doar sangue. Eu pensei que poderia precisar [do sangue raro que possui], como foi da última vez”, afirma.

‘Há sempre um objetivo’

José Ewerton Ribeiro descobriu ser portador do sangue raro quando fez uma doação ao Hemoce em 2015. “Eles entraram em contato, pediram pra que eu fizesse novos exames, novas coletas, que tinham dado uma alteraçãozinha no meu sangue. Fiz outras coletas e constatou que meu sangue era esse [hh]”, lembra.

“No início eu fiquei um pouco receoso porque eu precisava [do sangue] e tal. Com o passar do tempo fui vendo que era coisa de Deus. Há sempre um objetivo.”

‘Guardiã de uma vida’

A enfermeira que viajou com a bolsa de sangue do Ceará para transfusão na Colômbia, Natalícia Azevedo, disse ao G1 que se considerou “guardiã” de uma vida. Coube ela em um percurso de mais de 4 mil quilômetros, com 11 horas de viagem e três voos comerciais entre 8 e 9 de julho. Foi a primeira vez que o Brasil doou sangue raro a um paciente que estava fora do país, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

“Ser guardiã de uma vida foi uma experiência incrível, fantástica”, disse. “Todas as pessoas que cruzaram o meu caminho neste percurso fizeram o máximo para facilitar esse transporte. Foi emocionante ouvir promessas de orações para que tudo corresse bem e o sangue chegasse ao destino em perfeito estado. Na última etapa, a empresa adiantou o meu voo em quatro horas para que eu pudesse chegar mais rápido, lembra.

 Descoberta de novos doadores

“Durante as análises, ficamos atentos às células do sangue, se existem fenótipos raros e anticorpos irregulares. Ao longo dos quatro anos de implantação do banco, conseguimos identificar que 80 doadores de sangue do Hemoce possuem tipos sanguíneos raros”, afirma Denise Brunetta, coordenadora do laboratório de Imuno-hematologia do Hemoce.

Fonte: G1 CE

Artesanato cearense representa o Brasil em Portugal

O encanto e a delicadeza do artesanato do Ceará. Foto- Lia de Paula

O encanto e a delicadeza do artesanato cearense estão expostos na 40º edição da Feira Nacional de Artesanato de Vila do Conde (FNA 2017), na Região Metropolitana do Porto, em Portugal. O Estado, considerado referência no desenvolvimento de políticas públicas para o fomento do artesanato, representa o Brasil no evento que teve inicio no dia 22 de julho e prossegue até 6 de agosto. A primeira-dama do Estado, Onélia Leite de Santana, e o secretário Josbertini Clementino (STDS), participaram da abertura da FNA 2017.

“Nos alegra saber que o artesanato cearense é reconhecido internacionalmente, não só pela beleza mas também pela qualidade que elas têm. Estar presente em uma das feiras mais importante do mundo, além de uma responsabilidade, é o resultado de uma política de incentivo que eleva o trabalho dos artesãos do nosso Estado”, enfatiza a primeira-dama, Onélia Leite de Santana.
Com realização do Governo do Ceará e promoção do jornal Diário do Nordeste, o Estado apresenta em Portugal a mais diversificada produção cearense no estande Artesanato do Ceará – Mãos que fazem história, para o qual foram escolhidos produtos que simbolizam valores estéticos tradicionais e alto padrão técnico. A curadoria da exposição é da Central de Artesanato do Ceará (Ceart), coordenada pela Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS).
Diversidade
O Ceará levou a terras lusitanas tipologias em Madeira; Fios e Tecidos nas técnicas Renda de Bilro, Filé, Tecelagem, Bordado e Labirinto; Fibras Vegetais; Argila, Areia Colorida; e Couro. Os produtos são produzidos por artistas de Acaraú, Aracati, Barbalha, Beberibe, Caririaçu, Cascavel, Fortaleza, Granjeiro, Guaramiranga, Icó, Itaiçaba, Itapipoca, Itarema, Jaguaribara, Jaguaribe, Juazeiro do Norte, Maranguape, Mucambo, Nova Olinda, Nova Russas, Palhano, Paraipaba, Santana do Cariri, São Gonçalo do Amarante, Tejuçuoca, Trairi e Várzea Alegre.
A convite da Ceart, a rendeira de bilro Ana Maria Silva, de Trairi, e a artista das areias coloridas Maviniê Mota, de Fortaleza, participam da Feira e demonstram seus talentos ao vivo durante o evento. Do Cariri, enriquecem o estande cearense de 72 m² as peças do grupo Bonequeiras do Pé de Manga, formado por 10 artesãs com idades entre 25 e 70 anos que, há 17, fabrica bonecas de pano de modelos e tamanhos diversos.
Com informações das assessorias de comunicação/Agência da Boa Notícia
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