Campelo Costa celebra 50 anos de sua primeira individual

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Exposição de Campelo Costa na, galeria Vestigium.(Foto- Fabio Lima/O POVO

memória de uma infância vivida com intensidade no agreste pernambucano, suas festas (sagradas e profanas), o interesse contínuo pela música e o registro de inúmeras viagens mundo afora. Através do traço, Campelo Costa traduz sua trajetória profícua que, agora em 2018, celebra nada menos do que cinco décadas. “Comecei com o desenho desde muito pequeno, riscava nas calçadas com carvão. Lá em casa todos desenhavam, mas nunca passava pela minha cabeça ser um artista. Meu desejo era ser piloto”, recorda ele, que teve no curso de Arquitetura – já em Fortaleza, na Universidade Federal do Ceará (UFC) – um ponto em comum com as artes visuais.

“Na realidade, uma coisa acabou influenciando a outra. Meu pai foi transferido para cá e aqui comecei com desenho de arquitetura. Depois, ele me levou a conhecer outros arquitetos… Foi por influência do ambiente. Aí, em 1966, quando já estava desenhando, o (arquiteto) Neudson Braga me disse: ‘por que você não expõe?’ Foi quando participei do Salão de Abril e fui premiado durante três anos seguidos, conciliava as duas profissões. Em 1968, foi minha primeira individual”, explica Campelo Costa.

Sobre o assunto

Campelo Costa: Traços de um Percurso Artístico -Informações: (85) 98180 7268

Visitação gratuita até 9 de setembro-: de segunda a sexta, das 15h às 19 horas, e aos sábados, das 9h às 14 horas

Onde: Galeria Vestigium (rua Nogueira Acioli, 891 / sede do Ibeu Aldeota – Centro de Fortaleza)

Fonte: O POVO online

 

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