Archive for 17 de agosto de 2019

Fazenda da Esperança promove jantar beneficente

Jantar de 2018, em prol da recuperação de dependentes químicos.Foto-Divulgação

A Fazenda da Esperança São Bento realiza, no dia 29 de agosto, mais uma edição do Jantar Beneficente que já acontece há mais de 10 anos, com o objetivo de arrecadar fundos para a manutenção da comunidade terapêutica na sua missão de recuperar jovens das drogas. O tradicional jantar, este ano com o tema ‘Espalhando Esperança’, acontece no Buffet Dona Flor, iniciando às 19h30.

Os recursos arrecadados no evento serão utilizados para realizar melhorias nas casas onde residem os acolhidos durante seu tempo de recuperação na comunidade terapêutica.

Para contar histórias de superação e de vidas restauradas na Fazenda da Esperança, o Jantar vai contar com intervenções artísticas com a participação dos acolhidos em recuperação, bate papo e testemunhos dos ‘ES’ além de um momento musical com a cantora Andrea Távora, ‘ES’ que se recuperou na Fazenda Sagrada Família, em Fortaleza-CE.

Os exibíveis custam R$30 reais e podem ser adquiridos no Buffet Dona Flor (Derby), no Escritório da Fazenda da Esperança (Cúria Diocesana), na Clínica Arte de Cuidar (Derby), na Loja Esquina da Esperança (próxima ao Teatro São João) ou própria Fazenda São Bento (Patriarca).

Maiores informações podem ser obtidas pelos fones (88) 3611-0054 ou 9 9671-1865 (Whatsapp).

Solenidade marca abertura da Bienal Internacional do Livro

Abertura da Bienal do Livro no Centro de Eventos do Ceará. Foto- Júlio Caesar/O POVO

Traços da cultura indígena foram somados ao tema “As Cidades e os Livros” para discutir a diversidade cultural e social das diferentes tribos. Assim aconteceu na noite de sexta-feira, 16, a abertura oficial da XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará, no Centro de Eventos. O evento teve espetáculo com a cantora e pesquisadora Marlui Miranda, Orquestra de Barro Uirapuru e grupo Luthieria Catavento e coral Tapera Encantada, da ONG Tapera das Artes. A Bienal segue, com programação inteiramente gratuita, até o dia 25.

O tema convida à discussão sobre os direitos das cidades. “A cidade é um livro polifônico, com distintas vozes, cores e personagens. É um tema instigante”, frisa Fabiano Piúba, secretário da Cultura do Estado. São homenageados do evento Raduan Nassar, Mia Couto e Natércia Campos (1938-2004).

A escritora Ana Miranda, curadora da Bienal, fala que a inclusão das manifestações e a valorização da cultura local foram pilares desta edição. “Esse tema é muito candente porque nos leva a pensar sobre a relação das pessoas, as fronteiras e a ancestralidade. Observamos, por exemplo, essa explosão maravilhosa que vem das periferias e das mulheres negras, que estão cada vez mais fortes na literatura, pontua.

Para Angela Gutiérrez, presidente da Academia Cearense de Letras, o tema é “extraordinário” e dialoga com o público ao aproximá-lo dos autores locais. “Estou entusiasmada e esperançosa com a Bienal deste ano, festejando as cidades que abrigam os escritores”, dialoga ela, que, hoje, às 10 horas, abre o Salão do Professor, junto a Ana Miranda, em palestra sobre Memórias, afetos e leituras na escola.

A Bienal cresce a cada edição. Em quantidade de expositores, aumentou em 27%, em comparação à edição passada. Em 2017, eram 40 mil visitantes por dia e agora deve aumentar. Ainda assim, o comércio é consequência. É o que diz Mileide Flores, que esteve na organização de dez bienais e agora coordena o encontro “Livro e Seus Mercados”.

O variado acervo de livros disponíveis na Bienal compreende obras de escritores nacionais e internacionais, lançamentos e clássicos.

Com informações do jornal O POVO

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