Mailson Viana lança poema à cidade na 12ª Bienal do Livro

Mailson Furtado Viana com o escritor Oswald Barroso. Fotos-Divulgação

O autor Mailson Furtado Viana com escritor Oswald Barroso. Fotos-Divulgação

Foi lançado no domingo, 16 de abril, às 17h, na programação da 12ª Bienal Internacional do Livro do Ceará, o poema-livro à cidade, do poeta Mailson Furtado Viana, que “vem instigar o leitor à pesquisa, ao conhecer, ao buscar termos, citações sobre o ambiente que tomou por base, o sertão Norte do Ceará, entre o litoral extremo-oeste, a serra da Ibiapaba, a Meruoca e das Matas.” O professor e escritor Oswald Barroso fez a apresentação da obra. Para o mês de maio, estão agendados lançamentos em Sobral e Varjota, terra natal do autor.

 

Lançamento ocorreu no dom,ingo, 16, em Fortaleza, na Bienal Internacional do Livro

Lançamento ocorreu no domingo,16, em Fortaleza, na Bienal Internacional do Livro

Com elementos geográficos, históricos, sociológicos, políticos, físicos, metafísicos, folcloristas, genealógicos, à cidade é um poema neoconcreto, que vem apresentar de forma contemporânea uma visão de uma cidade do sertão, com plano de fundo para aquelas banhadas ou mudadas indiretamente pelo caminhar do Rio Acaraú.

Livro-poema à cidade

Livro-poema à cidade tem influências de movimentos pós-modernos do século XX

O poema mistura a vida do autor e suas gerações à vida construída por um povo migrante há mais de três séculos. Nele a cidade se constrói, se destrói, se remonta, se inventa e reinventa e ganha inúmeras significações do que pode ser.

 

O trabalho de Mailson Furtado Viana apresenta uma estética própria com influências de vários movimentos pós-modernos do século XX, o concretismo, neoconcretismo, a presença de rimas incertas, além da ausência de pontuação gráfica, influência vinda da poesia oriental. Os versos misturam a influência científica adquirida pelo autor em livros e bancos universitários e a sua influência coloquial, cabocla, conquistada por ser parte agricultor, parte pescador e por inteiro residente do sertão inventado pelo Acaraú.

 

 O livro tem posfácio do poeta Dércio Braúna e colaboração do professor e escritor cearense Oswald Barroso

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